Instituto vai doar máscaras para moradores do Morro dos Macacos

Na próxima segunda-feira (4), o IEVA distribuirá, gratuitamente, os acessórios

Imagem: Alexandre Gontijo

Imagem: Alexandre Gontijo

Na próxima segunda-feira (4), às 15h, o Instituto Eventos Ambientais (IEVA) vai distribuir, gratuitamente, 460 máscaras de proteção contra o covid-19 aos adultos e crianças da Comunidade do Morro dos Macacos, no bairro de Vila Isabel, na Zona Norte carioca. De acordo com Alexandre Gontijo, presidente do Instituto, a ação é uma iniciativa de responsabilidade socioambietal realizada com a colaboração de costureiras associadas ao IEVA e com a participação de outros colaboradores. Para evitar aglomeração, um grupo estará pela Rua Armando de Albuquerque, no portão lateral do parque Recanto do Trovador.

Segundo Alexandre, a iniciativa ainda teve o apoio de Wagner Azevedo Coe, presidente do Clube Da Light, dos moradores de Vila Isabel e do Grajaú, além da Associação dos Moradores do Morro dos Macacos. Ele anunciou as doações e chamou a comunidade para participar do ato que pretende reforçar a prevenção na disseminação do novo coronavírus na região.

"Eu agradeço ao Wagner Coe pela doação. Estamos aqui com 400 máscaras para adulto e 60 máscaras para crianças, de dois a 10 anos. Estamos aqui com as colaboradoras que participaram dessa confecção. Então, a gente está favorecendo a comunidade e a prevenção. Pedindo para que as pessoas se previnam e que elas possam ser mais solidárias com o próximo. Usando a máscara, você vai estar colaborando com o seu próximo. Vamos colaborar. A partir desta segunda-feira, estaremos fazendo a entrega voluntária no Morro dos Macacos", avisou.

Imagem: Alexandre Gontijo

Em entrevista ao portal Grande Tijuca, Alexandre reforçou seu empenho em ajudar e promover ideias sustentáveis e comprometidas com o outro.

"A solidariedade é um sentimento que nasce de dentro para fora, assim como a sustentabilidade. Só podemos dizer que somos solidáriios ou sustentáveis, se praticarmos essas ações no dia a dia. Esses sentimentos se enraízam e, quando percebemos, estamos praticando. Por isso, idealizei o IEVA (Instituto Eventos Ambientais). Foi pensando promover a mudança no ser humano, pois tudo que a grande mãe terra nos dá, ela não não cobra. Ela entrega por amor e o homem sem saber, ou até mesmo sabendo, destrói", ressaltou.

Gontijo ainda relembrou que o IEVA surgiu para refazer, transformar e mudar opiniões de uma forma simples e objetiva.

"Não podemos transformar, se o ser humano não quiser de fato mudar. Desse modo, entramos com a metodologia de Rubens Alves: a famosa pedagogia do olhar. É simples e fácil. Por meio do aprendizado, mostramos que para que haja a transformação é importante aprender. Neste contexto, oferecemos oficinas de empreendedorismo, artesanato, conhecimento sustentável e marketing. Sempre, proporcionando para aquele que deseja, a geração de trabalho e renda para sua sobrevivência", afirmou o presidente.

Ele também falou dos resultados e do sucesso do projeto que já existe há 11 anos.

"O IEVA já tem 11 anos de exigência. Ele é o nosso pilar e transforma pessoas. Fazemos parte das Nações Unidas (ONU) pelo que promovermos e cumprimos com o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável - ODS. Nossa principal meta é acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares. Até 2030, vamos erradicar a pobreza extrema", adiantou.

Vale destacar que o IEVA é uma associação, sem fins lucrativos, que promove eventos ambientais, sociais e educativos. Desde 2009, o Instituto promove a educação ambiental e o desenvolvimento sustentável. Além disso, a entidade representa o terceiro setor na Consultoria para Implementação do Rótulo Ecológico ABNT, por meio do desenvolvimento de ações de Gestão Ambiental com ênfase nos princípios da Economia Verde.