Cláudio Castro toma posse do cargo de governador do Rio

Cerimônia foi na Alerj e agora o novo mandatário irá prosseguir no cargo até o final de 2022

Foto: Reprodução de TV

Foto: Reprodução de TV

O estado do Rio de Janeiro tem um 'novo' governador. Sai Wilson Witzel, que sofreu nesta sexta o impeachment por corrupção e desvios de verba pública da saúde durante a pandemia, e entra seu vice, Cláudio Castro. A posse, agora oficial, ocorreu na Alerj na manhã desta sábado. Castro agora tem, de forma efetiva, um ano e oito meses para dar prosseguimento ao mandato. Confira abaixo alguns trechos do discurso do governador de 42 anos.

Embora já estivesse ocupando interinamente o cargo de governador, a sua posse, no dia de hoje, lhe confere a legitimidade necessária para conduzir as mudanças que o Rio de Janeiro precisa e merece.

O estado vive um momento gravíssimo tanto do ponto de vista econômico quanto social.

Se a situação já não era boa antes, ela só se agravou após 14 meses de pandemia.

Somos o estado com um dos maiores índices de desempregados do Brasil, com uma taxa muito maior do que a média nacional. E desde 1985, o Rio foi o que menos gerou empregos no país. O estado também registrou, em abril, o maior número de mortes por covid em um mês desde o início da pandemia.

A situação da segurança é tão grave que ontem mesmo um dos blocos do leilão da Cedae não teve ofertas porque as empresas alegaram tratar-se de áreas dominadas pela violência.

Essa situação só mudará se houver a união de todos.

A Alerj também tem feito a sua parte e, neste período de pouco mais de três anos, devolveu mais de R$ 1,5 bi para o Estado investir em áreas prioritárias, como Saúde, Segurança e Educação.

Porque era preciso dar o exemplo. Era preciso cortar na carne.

Divergências políticas são absolutamente normais na vida tanto pública quanto privada, mas desta Casa Legislativa (Alerj), a população do Estado do Rio de Janeiro sempre terá uma defesa incansável dos interesses da nossa gente.

O Rio de Janeiro é uma terra abençoada não tão somente por suas belezas naturais, mas sobretudo pelas pessoas que aqui vivem.